LEMBRANÇAS DO CAMILLO – PARTE 2

É  pessoal, isso me fez lembrar,meus tempos de infância quando fui morar na R.Aparecida, 98 onde existe a casa até hoje, só que o pessoal do meu tempo,acredito não morarem mais, tempos lá pelos idos de 1951.em que eu me levantava cedo,ainda com aquela garoa e neblina, e ia buscar leite tirado na hora da vacaria do sr.Claudio,que ficava atrás da Capelinha N.S.Aparecida,tempos em  que a rua não era asfaltada e lá no fim da rua não existia a Av.Bom Jardim e sim o nosso campinho de futebol, onde nos jogávamos contra, e posteriormente virou o campo do Flor do Pari, em frente esse campinho existia a fundição do seu Julio, onde iamos apanhar restos de ferro para vender no ferro velho da Carlos de Campos,perto da padaria Loanda,para ter um dinheiro extra pra comprar balas futebol,na banca do Ari perto da Balneária quando a gente estava a caminho da nossa escola o Orestes Guimarães e sempre havia troca com o Ari para podermos completar o album,coisa que eu nunca consegui,mas
valia a pena porque na época com as figurinhas repetidas, jogávamos a bafo.Mais pra frente darei a sequencia dessa narrativa das minhas memórias de infância,até mais pessoal um abraço do Camilo.

O Camillo Cerrato , amigo de muitos anos, conta suas lembranças de infância.

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