ALIANÇA

trio final

Nos antigos esquemas táticos do futebol via-se a figura do trio final, composto do goal keeper , ou em português do Brasil goleiro ou como se dizia na várzea o gurtipa e os dois backs ou zagueiros ou béquis . Na foto vemos o trio final do Aliança em mais esta foto enviada pelo Sérgio Bova, jovem que é não consegue identificar os nomes dos atletas, pois estes documentos fazem parte do arquivo de seu avô o saudoso Juca Bova.

OS CRIATIVOS, PARTE 2

Quanta criatividade no Pari através dos séculos, afinal são mais de 400 anos de muita história,

verdadeiras ou digamos, criativas, para ser mais preciso.

Havia entre os anos 20 aos anos 60 um homem de uma criatividade a toda prova. Era o sr.Nicodemus, mais conhecido como Capitão Mentira ou simplesmente Capitão. Um ho-

mem muito bom, trabalhador, honesto porém um tanto quanto exagerado . Na verdade,

ele misturava verdades, meias- verdades e inverdades, tornando as suas histórias alvo

da atenção de todos. Nos velórios, batizados, casamentos , enfim nas mais simples reuniões de família, Capitão não podia faltar. As suas caçadas , as suas caminhadas nas serras que circundam a nossa cidade. Os abismos, os galhos que o salvaram , como por exemplo uma ocasião em

que os seus suspensórios  enroscaram num galho numa queda livre na serra do Mar.

As suas viagem de motocicletas, as epopéias que ele fazia nas curvas da estrada velha de Santos, a conversa com o presidente Vargas , lá no Rio , em que reivindicou a construção de uma estrada melhor para o litoral paulista, fato ,que segundo ele foi censurado pelos órgãos de censura na época. Segundo ele , algum tempo depois o então governador Adhemar de Barros construiu a bela Anchieta, claro que obedecendo à sua proposta.

Eu , quando criança, ouvi várias dessas histórias, algumas delas , fantasmagóricas, foram motivos para pesadelos meus. Todos as ouviam com a maior atenção possível, uns crédulos, outros riam à solta, sem disfarçar a  incredulidade, tentavam contestar, mas sábio palestrante,

invocava o testemunho de alguem que não estava presente ou de algum fiel escudeiro que indagado pelo Capitão , não é fulano ?, respondia afirmativa com a cabeça.

Era um homem de muito bom humor, muito querido por todos, que se tornavam adeptos e o

reverenciavam ao cumprimenta-lo com o título de Capitão.

A seu enterro acorreu uma verdadeira multidão, tal era o seu prestígio e claro no velório, a homenagem que as pessoas podiam lhe prestar eram os seus feitos, acompanhados com risinhos abafados , porém o Capitão lá de cima via tudo , claro ,quando havia algum excesso nas suas histórias , estaria afirmando, mas que mentiroso!  não foi bem assim que eu contei essa história,

foram os suspensórios que enroscaram nos galhos, não que os suspensórios viraram asas e falava isso morrendo, ops, já havia morrido , rachando de rir. Grande Capitão, você deve estar divertindo a moçada aí no Paraíso.

Jayme Antonio Ramos

REFLEXÕES DO CURSINI

AMOR E ÓDIO NÃO SÃO PARA SEMPRE

Eu já cheguei a gostar de coisas, de pessoas, de alimentos e de palavras que não gostava e, da mesma maneira, aconteceu-me o contrário também.Pessoas, comidas, coisas e palavras que, digamos, detestava, acabei gostando, não digo que para sempre, mas acabei me ambientando, aceitando.Ao mesmo tempo em que somos favoráveis, somos contrários também.Quantas vezes você gostou tanto de uma pessoa e, algum tempo depois, chegou a nunca mais querer vê-la?Quando digo que a vida é assim e assim é a vida, acho que tenho razão…

– Claudio Cursini – 01/10/2013 11:16Postado por PERSPECTIVAS! Leia – Aprenda – Compreenda – Ensine e Crie

OS CRIATIVOS

OS CRIATIVOS – PARTE 3

Nesta série dentro do Pari e suas histórias , intitulada os criativos, não poderíamos esquecer

de Juziel. Juziel contou uma ocasião, que seu pai estava na av. Nove de Julho, trânsito congestionado, o tempo passando e seu pai com hora marcada num cliente. Seu pai aflito, nisso ele teve uma idéia brilhante. A rádio Gazeta, naquela época ao meio dia em ponto tocava uma sirene, o pai de Juziel se lembrou, ligou na Gazeta no último volume e como por enquanto os carros foram abrindo passagem e o pai de Juziel chegou pontualmente no cliente.

Nesta série dos criativos, não poderíamos  esquecer do Oito, apelido gerado pelo número cabalístico no qual ele baseava as suas histórias. Seu nome era Anderson e todos da velha guarda hão de se lembrar dos oito milhões de cruzeiros que ele achou na rua. Um pacote , em plena madrugada, ele abriu e ficou deslubrado e de tão deslumbrado , não tomou nenhuma providência e como ventava muito o dinheiro foi levado e caiu dentro do bueiro. Como ele sabia que eram oito milhões? ah, isso lá tem importância ? eram oito milhões e pronto. E assim era, oito namoradas, oito composições dele, enfim tudo levava o número oito na sua vida.

Enfim, a criatividade fervilha no Pari e sempre foi assim. Quando os meus bisavós aqui chegaram lá pelos idos de 1890, vindos de Portugal, aqui no bairro já imperava a criatividade. Naquela altura eram as histórias de bruxas, contos macabros, que começavam da maneira de sempre, ou seja, eu não vi, mas, dona fulana, escutou dona sicrana contar. Mas é bom de se ouvir, na maior parte das vezes leva os ouvintes a  morrer de rir.

FALECE JOSÉ VIGAS

carteira-do-psp-com-foto

Recebi de nosso amigo e correspondente no bairro Davi, a infausta notícia do falecimento de um pariense da gema, trata-se do José Vigas, aos 95 anos. 

A foto acima como vêm é antiga, mas o espírito alegre e comunicativo continuava o mesmo . Frequentador assíduo do Tietê e da Atlética, a todos saudava nas suas caminhadas com o seu famoso: ” Prazer em te ver , Paz e Amor !” fazendo o famoso sinal de fraternidade. Que Deus o receba na Sua Infinita Bondade !

THAIS RONDON COMENTA

kakakakakak pura verdade!

 Diagnóstico de Rede – ERRO DE ID dez TANós, os “Silver Surfers“, (designação que os jovens usam para as pessoas mais velhas que andam na Internet), às vezes temos problemas com nossos computadores.Ontem tive um e chamei o Joãozinho, um garoto de onze anos de idade que mora aqui mesmo na porta ao lado e cujo quarto se parece com o Mission Control e pedi-lhe para vir cá dar uma olhadela..Ele clicou num par de teclas e logo resolveu o problema.Quando ele estava a ir-se embora, chamei-o e perguntei-lhe: “Então, qual era o problema? ”Ele respondeu: ‘Foi um erro de ‘ID dez TA’ “.Eu não queria parecer estúpido, mas ainda assim perguntei:“Um erro de ‘ID dez TA’ “? O que é isso? Diz-me para o caso de voltar a acontecer o mesmo.Ele sorriu sarcástico….– Você nunca ouviu falar de um erro de ‘ID dez TA’?– Não, respondi eu.– Escreva lá isso numa folha, disse ele,…eu acho que você vai descobrir.Então, eu escrevi:ID I0 TAE eu que gostava tanto do Joãozinho…

DRAGÃO PAULISTA

dragao 1

Recebi esta foto do Sérgio Bova , uma verdadeira relíquia. Vemos o pessoal do E. C.Dragão Paulista, o time do meu coração . O Sérgio é filho do Juca e sobrinho do Roque, uma família alvi-celeste e me mandou algumas fotos. Embora estejam com a qualidade um pouco prejudicadas, creio que identi –

fiquei algumas pessoas, me corrijam . Vejo o Álvaro, terceiro jogador em pé da esquerda para a direita, o senhor de chapéu, creio que seja o grande Presidente sr. Vicente Tempone, agachado perto dele creio que seja o contador e amigo de meu pai , José “Salmoura ” Rodrigues. Era um time de muita garra e fibra.

LEMBRANÇAS DO CAMILO CHERRATTO

Que gostoso poder lembrar-me de minha infância no Alto do Pari, lá na R. Aparecida,que hoje já não é a mesma tanto em moradores como nos atuais prédios.Lembro-me quando lá fui morar era rua de terra, onde logo fiz amizade com a molecada da rua e formamos um time de futebol o Aparecidinha e cujo campo era no final da rua ao lado da casa do Seu Manoel, sempre vencíamos as partidas jogadas em nosso campo de terra , às vezes quando por acaso estávamos perdendo aí trocávamos de juiz e lá ia Seu Manoel arrumar alguns penaltis a nosso favor para que vencessemos a partida.Saudades ainda do jogo de bolinhas de gude o famoso triangulo e quase sempre a gente acabava ganhando algumas bolinhas, e aí vinha o tempo de rodar pião e sempre fazíamos o mesmo zuncar e jogávamos para furar o pião do adversário.Saudades ainda das tardes de domingo quando os mais velhos faziam o famoso jogo de malha era uma torcida da molecada.Também tenho saudades quando ia nadar junto com os meus amigos na lagoa da Portuguesa, que gostoso.Época também que corríamos pela várzea que ia até o rio Tietê para pegar balões na época das festas juninas e fazíamos á noite na porta de nossas residências imensas fogueiras para comemorar o santo do dia o que meu pai festejava era São João,que gostoso vinha todos os parentes e amigos mais a vizinhança que ainda cQue gostoso poder lembrar-me de minha infância no alto do pari, lá na R.Aparecida,que hoje já não é a mesma tanto em moradores como nos atuais prédios.Lembro-me quando lá fui morar era rua de terra, onde logo fiz amizade com a molecada da rua e formamos um time de futebol o Aparecidinha e cujo campo era no final da rua ao lado da casa do Seo Manoel, sempre venciamos as partidas jogadas em nosso campo de terra , ás vezes quando por acaso estavamos perdendo aí trocavamos de juiz e lá ia Seo manoel arrumar alguns penaltis a nosso favor para que vencessemos a partida.Saudades ainda do jogo de bolinhas de gude o famoso triangulo e quase sempre a gente acabava ganhando algumas bolinhas, e aí vinha o tempo de rodar pião e sempre faziamos o mesmo zuncar e jogavamos para furar o pião do adversário.Saudades ainda das tardes de domingo quando os mais velhos faziam o famoso jogo de malha era umatorcida da molecada.Também tenho saudades quando ia nadar junto com os meus amigos na lagoa da Portuguesa, que gostoso.Época também que corríamos pela várzea que ia até o rio Tietê para pegar balões na época das festas juninas e fazíamos á noite na porta de nossas residências imensas fogueiras para comemorar o santo do dia o que meu pai festejava era São João,que gostoso vinha todos os parentes e amigos mais a vizinhança que ainda colaborava trazendo algumas delícias da ´epoca, lembro-me ainda quando nossa seleção ganhou o primero campeonato do mundo em 1958 ,a festa no nosso Pari foi demais me recordo ainda que no bar da Toca do Natalino na Rio Bonito o pessoal ficou alucinado era se eu não me engano o Taió que desmaiou de emoção era guerra de morteiros e um festival de balões no céu,que saudades das amizades sinceras e sem qualquer interesse.Posteriormente irei relatar as minhas saudades da adolescencia, do amigo camillo cheratto.
O amigo Camillo Cheratto nos manda suas lembras do bom e velho Alto do Pari.
olaborava trazendo algumas delícias da época, lembro-me ainda quando nossa seleção ganhou o primeiro campeonato do mundo em 1958 ,a festa no nosso Pari foi demais me recordo ainda que no bar da Toca do Natalino na Rio Bonito o pessoal ficou alucinado era se eu não me engano o Taió que desmaiou de emoção era guerra de morteiros e um festival de balões no céu,que saudades das amizades sinceras e sem qualquer interesse.Posteriormente irei relatar as minhas saudades da adolescência, do amigo Camillo Cheratto.

O amigo Camillo Cheratto nos manda suas lembras do bom e velho Alto do Pari.

REFLEXÕES DO CURSINI

Simples Beleza…

Nada mais maravilhoso que a Natureza – só ela mesma…

Existem lugares que não precisam ser maravilhosos e movimentados para se gostar – basta que ele seja diferente, puro e limpo, enfim, basta que ele seja ou espelhe a Natureza…→ Claudio Cursini Postado por PERSPECTIVAS! Leia – Aprenda – Compreenda – Ensine e Crie

REFLEXÕES DO CURSINI

O tempo passa e todos ficam mais velhos, mais experientes, mais inteligentes ou até mais burros. Tenha certeza de uma coisa: Os mais burros ficam apenas mais velhos, mas não  crescem jamais… Vemos muitos por ai, com mais ou com menos, que ficam mais ignorantes, mais tapados, mais desconexos… a vida ensina e, ao mesmo tempo, se não acompanhá-la,  ela tira e despreza, entende? 

→ Claudio Cursini → 200214 – 17hs59 Postado por PERSPECTIVAS! Leia – Aprenda – Compreenda – Ensine e Crie

O REI DA LÁBIA

O REI DA LÁBIA

Até que ele causava boa impressão, falsa é verdade, mas causava a impressão de

um tipo bonachão, sempre falando dos filhos, graças a Deus daqui e dali , uma barriguinha de cerveja. Parecia

um homem fiel cumpridor dos seus deveres. Mas Manoel Mathias era justamente

ao contrário, faltava muito ao trabalho, chegava  atrasado com as desculpas mais es-

tapafúrdias. Há uns meses o encarregado da seção em que trabalha, lhe aconselhou

a escrever um manual para desculpas, disse-lhe ainda que ele ficaria rico.

Seu apelido Mamá, um belo dia ligou para a firma que a sogra estava passando muito mal,

estava procurando uma ambulancia para leva-la ao PS, pois de carro não era possível e tal

e coisa e loisa. Nesse dia o fator sorte não estava com o Mamá, pois logo após o almoço,

dona Fifoca, sua sogra, liga a procura do genro para saber se estava confirmada a viagem

do dia seguinte para Marília, a telefonista disse que ele havia faltado para leva-la ao

PS, pois ela estava muito mal e a mesma que de nada sabia, disse que estava voltando do

SESC a pé , 4 km e que não sabia de nada.

Quando o filho menor ainda era criança, faltava sempre para leva-lo ao médico.

Depois de uns anos , noutra firma é claro, faltava para levar o neto ao médico.

Duas vezes faltou e ligou para a firma que o pai havia morrido, quando o gerente

lhe falou que há uns dois anos o seu pai ja´havia morrido , Mamá disse que na primeira vez

fora rebate falso e após um milagre , o seu pai houvera ressuscitado praticamente.

Carro deu problema, pneu que furava, radiador com pouca água, enfim o seu Opala

azul pagou o pato dos seus atrasos muitas vezes.

Gostava de dar pequenos presentinhos ou de fazer pequenos favores, para logo em seguida cobra-los.

Uma das mentiras sensacionais foi a de que o trânsito havia parado pois caíra, naquela manhã de sol e sem vento, um coqueiro na avenida Marginal do rio Tietê, essa foi demais, ninguem aguentou, todos riram a valer e ele com a cara mais cínica, tentava explicar, liga para o CET, liga para o CET , eles vão comprovar.

Essas desculpas são algumas que ele levava e leva às empresas, são apenas algumas delas,

realmente um dos seus encarregados nas diversas firmas que trabalhou , diante das pilhas de atestados e declarações, verídicos e falsos que ele entregava, falou :” É um artista , ô imaginação fértil, tem que escrever um livro mesmo! caramba!” .

Jayme Ramos

REFLEXÕES DO CURSINI

A vida pode ser bela, mas é preciso
fazer para que ela seja bela…

Existem coisas, problemas, acontecimentos, mal-entendidos que, com poucas, simples e bem colocadas palavras pode-se sanar para sempre. Apenas depende da disposição de compreensão e de explicação. Tudo se resolve com palavras bem conversadas e explicadas, não importando o tempo do fato. Mas também vai depender da disposição de quem vai falar e de quem vai ouvir, isto é, que se fale e se ouça com a intenção de resolver de vez o ocorrido. Fico pensando em tantas coisas que vão para o túmulo que ficaram sem solução. Tão fácil, tão simples, tão necessário e tão correto ocorrer, mas… Depende muito das cabeças e da vontade de ambas em solucionarem para sempre. Apenas isso…

– Claudio Cursini – Postado por PERSPECTIVAS! Leia – Aprenda – Compreenda – Ensine e Crie

REFLEXÕES DO CURSINI

Pense e descubra…

É fácil descobrir o que é certo e o que é errado. O mais difícil é descobrir o errado que está mais certo ou quase, mais parecido, menos diferente. A vida nos apresenta, muitas vezes, essas “facilidades” para testar a nossa sensibilidade, a nossa precisão ou delicadeza para certos assuntos, momentos ou palavras. E temos que resolver, queiramos ou não!– Claudio Cursini – Postado por PERSPECTIVAS! Leia – Aprenda – Compreenda – Ensine e Crie 

REFLEXÕES DO CURSINI

Pense e descubra…

É fácil descobrir o que é certo e o que é errado. O mais difícil é descobrir o errado que está mais certo ou quase, mais parecido, menos diferente. A vida nos apresenta, muitas vezes, essas “facilidades” para testar a nossa sensibilidade, a nossa precisão ou delicadeza para certos assuntos, momentos ou palavras. E temos que resolver, queiramos ou não!– Claudio Cursini – Postado por PERSPECTIVAS! Leia – Aprenda – Compreenda – Ensine e Crie 

CLUBES DO BAIRRO

Clubes do Bairro Flamengo do Pari, rubro-negro como o do Rio de Janeiro, jogava para chegar sempre em primeiro e assim como o carioca, jogava toda vez de forma estoica. O Serra Morena, sua tradição não é de forma alguma pequena, com o Estrela ao lado, possui também o seu legado.O Luzitano, não me lembro o ano, tentou até o futebol profissional, deixando o seu nome no campeonato regional.O Estrela do Pari, vitorioso e valoroso nos campos, tanto aqui, como por aí, lá também jogou meu ex patrão Mingo, que no meu coração sempre levo comigo. O Silva Teles, apesar do nome, é uma dúvida daquelas que consome, acho eu, que por obra do destino, tinha sede na Major Marcelino.O Vigor na beira da Marginal é o seu local, sempre defendido por cada jogador com muito amor.Âncora Paulista, me deixa um pouco mais saudosista, palco de bons momentos da minha infância, ficava perto da casa, não tinha muita distância e falo isso sem nenhuma jactância. David Malatesta