CARROCEIRO INOPINADAMENTE AGGREDIDO NO CAMPO DO DENTISTA

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Obs. : Campo ou Mata do Dentista era a região onde até anos atrás era a Cia.

Anglo Brasileira de Juta, conhecida como Fabriquinha, mais ou menos nos quarteirões entre as ruas Hanemann, Thiers, Vautier. O dentista era o Dr. Vautier, que foi o doador

do terreno , onde  foi construída a nossa Igreja de Santo Antonio do Pari.

Biblioteca Nacional.

HISTÓRIAS DO PARI – CAP. 60

O HOMEM DO SAPATO BRANCO

Recebi um telefonema de uma senhora, apesar dela ter autorizado a divulgar o seu nome , eu prefiro não divulgar, inclusive tendo o número de seu telefone. As iniciais são MLB.

A senhora me pediu que falasse sobre um pariense que fez muito sucesso na tv. Trata-se de Jacinto Figueira Junior, o Homem do sapato branco. Iniciou sua carreira no rádio com um conjunto de música country, de nome Junior e seus cowboys e que  cantava em portugues. O seu sucesso mesmo foi na tv, com um programa estilo mais ou menos do Ratinho, só que era novidade na época . Por este motivo Jacinto fez um sucesso estrondoso nos meados dos anos 60. Segundo o Observatório da Imprensa, Jacinto, Dercy Gonçalves e Sílvio Santos fizeram uma revolução na tv paulista, ao introduzir o povão no ar pelas mãos da Tv Globo, recem chegada ao nosso estado, na época. Essa senhora pediu para falar dele, pois ela tinha muita amizade com a família, com a dona Isabel, sua mãe, seu irmão Valdemar, sua cunhada dona Alice. Jacinto gravou vários discos tanto com o conjunto , como solo.

Dona MLB, bimestralmente vai a campa do Jacinto no Cemitério da Quarta Parada, onde embeleza o local com flores, segundo ela de plástico, que assim duram mais.

Essa senhora conviveu com a família do Homem do sapato branco de 1964 até 1981 e fala com muito carinho do Jacinto e da mãe dele a portuguesa dona Isabel, pessoa, segundo ela muito boa. Na realidade foi um telefonema muito estranho, pois não tenho a menor idéia de quem seja essa prezada senhora. Segundo ela disse,  ficou conhecendo o nosso blog pelo programa da rádio Nove de julho, que é feito aos sábados ás 19 horas,de nome Caravela do Fado, do Padre Armênio. Segundo ela mesmo disse, já adoentado Jacinto lhe  falava com grande carinho , um carinho de irmão.  Enfim , apesar de sua idade bem avançada, MLB tem uma memória avantajada e narra fatos do cotidiano da família Figueira de então e da maneira mais respeitosa possível.

Divulgamos a seu pedido sra. MLB, alguma coisa do grande comunicador, com toda a sua ginga, com certeza aprendida nos bailes, clubes e esquinas da sua época de jovem no Pari e no Brás, onde frequentava. Aquela malandragem no bom sentido, aquele falar mole, com um leve sotaque de filho de portugues dos anos 20, puxando nos s e às vezes introduzindo aqui e ali um tu ou então , ó meu amigo, diga lá a sua história. Conheci nos meus tempos de menino vários tipos de rapazes de então com esse jeito , que via pelas minhas andanças no bairro do Pari.

http://www.youtube.com/watch?v=Ry8BVszRpP4&NR=1

http://www.youtube.com/watch?v=Fdm2PvQcKd8&feature=related

Cliquem no link e vejam alguma coisa sobre esse pariense Jacinto Figueira Junior, O Homem do sapato branco e abaixo uma foto dele nos seus áureos tempos de sucesso.

 

Jayme Antonio Ramos

SUELI SAKUMOTO E SEU BELO TEXTO

Sueli Sakumoto                                          Ribeirão Pires · ( PORÉM COM O PARI NO CORAÇÃO )

Hoje tenho saudade , de um tempo passado , recente.

De confiança.
Honestidade.
Pacto.
Compromisso.
Palavra.

Tempo em que o errado ,assumia o erro !

Sem muitas justificativas tolas e delongas.

Sem justificar , com o erro de uma outra pessoa .

Tempo em que se aprendia , , , com o erro do outro.

E com o próprio erro !

Pois e’ …

Saudade do passado remoto, e’ recordação !
Saudade desse passado recente …

E’ danação !

“Assim caminha a humanidade , com passos de formiga e sem vontade, ”

( Lulu )

Boa noite , meus amados que acreditam que dias melhores virão !

E que fazem a sua parte!

DE ESPAÑA, MYRIAN GYTANA


Hay amigos eternos, amigos que son de piel y otros que son de hierro.
Hay amigos del tiempo, de la escuela, del trabajo, de la facultad.
Amigos que se aprenden, otros que se eligen, y amigos que se adoptan.
Hay amigos del alma, del corazón, de la sangre.
Hay amigos para toda la vida.
Hay amigos que son más que amigos.
Hay amigos que son hermanos, otros que son padres; también hay amigos que son hijos.
Hay amigos que están en las buenas, otros que están en las malas, hay amigos que están siempre.
Amigos que se ven, otros que se tocan, otros que se escriben.
Por supuesto que hay amigos que se van, que nos dejan; hay amigos que vuelven y otros que se quedan.
Hay amigos inmortales, amigos de la distancia.
Hay amigos que se extrañan, que se lloran, que se piensan.
Amigos que se desean, que se abrazan, que se miran.
Hay amigos de noche, de siestas, de madrugadas.
Hay amigos hombres, amigos mujeres, amigos perros.
Hay amigos que deliran, otros que son poetas.
Hay de los que dicen todo, amigos que no hacen falta decirlos.
Amigos nuevos, viejos, viejos amigos.
Hay amigos sin edad, amigos gordos, flacos.
Hay amigos que no nos llaman, que tampoco llamamos.

Con poco tiempo, amigos desde hace una hora, desde recién.
Hay amigos que dejamos ir, otros que no pueden venir, amigos que están lejos amigos del barrio.
Amigos de la palabra, amigos de lo ajeno, amigos incondicionales.
Hay también amigos invisibles, amigos sin lugar, amigos de la calle.
Amigos míos, amigos tuyos, amigos nuestros.
Hay muchos amigos; amigos en común, amigos del teatro, de la música, amigos de verdad.
Hay amigos que están tristes, otros que están alegres, otros que simplemente no están.
Hay amigos que se la pasan en la luna, otros en el campo, y otros en el cielo.

Todos, absolutamente todos los amigos tienen algo en común: “son indispensables”

Myriam Gytana.