FAMÍLIA FERRONI ROCHO

É com grande prazer que temos  como participante do nosso blog uma pariense nata , Maria Aparecida Ferroni Rocho.

Sem fazer distinção de qualquer espécie, pois a todas as famílias trato com o maior respeito e amor,sempre vinha aos meus pensamentos, como seria impossível falar-se sobre o Pari, sem se citar condignamente um membro que fosse, de duas tradicionais famílias do bairro.

Me refiro às famílias Ferroni e Rocho ( alguns membros da família levam o sobrenome Roxo ).

Eis que  temos no nosso blog a participação simpática e inteligente da Maria Aparecida.

Ela se refere ao avô portugues sr. Roxo, como um homem muito trabalhador e que muito lutou fazendo carretos com sua carroça. Transportou de forma voluntária muito material de construção na época da construção de nossa Igreja Matriz.

Quanto aos Ferroni, tambem colaboraram de maneira efetiva na construção do nosso templo, estes eram proprietários de uma forte indústria na época.

Não podemos esquecer de seu irmão o Ítalo, infelizmente falecido prematuramente.

Fittipaldi era o seu apelido , trabalhava nos orgãos de segurança pública e era extremamente popular no bairro.

Ítalo também nos legou quatro livros com o título ” A calçada “, ” O velho lobo do mar”, ” Homens de palha ” e “O dia em que a noite dormiu”.

A minha família tem uma gratidão com o Ítalo e isso faço questão de mencionar.

Quando no início da década de 70, o câncer na laringe começava a apresentar os sinais mais fortes e a debilitar o físico de  meu pai, médicos, curandeiros , pais de santo, novenas, seitas orientais, africanas, igrejas, novenas , tudo foi usado por várias pessoas na batalha contra a terrível moléstia. Foi uma guerra e tudo ajudou um pouco para que o meu genitor tivesse uma sobrevida após a cirurgia que ele teve que fazer, de 33 anos, vindo a falecer em virtude de  problemas cardíacos.

Pois bem , o Ítalo se ofereceu e levou o meu pai nessa primeira etapa da doença a uma cidade longínqua, onde havia um médium que fazia operações espirituais, entrando por estradas esburacadas e lamacentas.  Levou, trouxe e não cobrou um centavo sequer.  Foi na verdade, um ato de desprendimento, bem típico do irmão da Maria Aparecida. Faço questão de citar esse fato, mas vários outros aconteceram no bairro, de benemerência, de amor ao próximo, por parte do Ítalo Ferroni Rocho.

Portanto Maria Aparecida, continue  bem -vinda ao nosso blog, esteja à vontade para contribuir como tem feito há anos da maneira

que preferir seja com fotos de sua família, com livros de seu irmão e muito obrigado. Jayme Antonio Ramos.

Anúncios