E COM VOCÊS, PARIENSES… UM BLOG SÓ SOBRE O PARI!

Estou apresentando um blog  sobre a história e as histórias do bairro do Pari.

Sejam bem-vindos, mandem suas histórias, fotos e comentários para enriquecer o

nosso, isso mesmo, nosso blog!

Anúncios

67 comentários a “E COM VOCÊS, PARIENSES… UM BLOG SÓ SOBRE O PARI!

  1. Nasci no bairro do pari na Rua Coronel Moraes em 1960
    Estudei no colégio Santo Antonio com os Medina, inclusive. que são muito boas pessoas.
    Desculpe a franqueza, mas só de lembrar da minha infância e adolescência que passei nesse bairro, me dá uma angústia danada.
    Você precisava estar sempre atento, haviam uma turminhas covardes, principalmente do canindé que se te pegassem te davam uma sova.
    Quase não se viam meninas andando pelas ruas, viviam trancafiadas em suas casas.
    Se alguém resolvesse dar alguma festinha de aniversário, era comum acabar em briga.
    O colégio Santo Antonio brincava de educar, tinha um péssimo ensino e muita coisa errada.
    Tinha um tal de Sr Emílio que era um grande vigarista, e sua mulher que era professora de inglês, das piores que já vi.
    Tinha também uma professora solteirona. D. Nely, que até hoje me da arrepios…rs
    Uma vez ela me colocou de castigo atrás da porta, passei mal e fui pedir pra ela me deixar ir ao banheiro.
    Ela me mandou de volta para o castigo, e então acabei por vomitar nela, sem querer.
    Fiquei de segunda época precisando de 9,5. E graças a um professor de verdade com quem tive algumas aulas particulares, tirei exatos 9,5 (Ela me tirou 0,5 ponto por um pontinho que estava fraco demais e não apareceu.
    Até hoje me lembro dos olhares de ódio que ela me dirigia…rsrs.
    E tem também o freis, que se você fosse mandado para a diretoria, te comiam com os olhos, desejosos de sacanagem.
    Em todo o canto, era preciso ficar esperto, pois só tinha moleque safado e maloqueiro.
    Por sorte eu sempre fui grandão, pavio curto e bom de briga, senão não haveria de sobreviver nesse bairrinho triste.
    Desculpe a franqueza
    Abs

    Gostar

    • Sr. Marcus, este blog é democrático, aceitei o seu comentário , embora divirja em qua-
      se tudo. Estudei no Santo Antonio, não tenho os seus traumas, quanto aos freis, não os via com
      os seus olhos, tive aula com a da. Nely, a achava uma boa professora. Não conheci o Emílio, nem a
      sua mulher, da qual voce fala. Quanto a moleques maloqueiros, isso tem em qualquer bairro, tem e
      sempre teve.
      Quanto a bairrinho triste, em parte , voce tem razão está ficando devido a substituição das residencias,
      por lojas, no fim de semana, com algumas exceções ( larguinho, kantuta, shoping D).
      As meninas no meu tempo, nasci em 1948, ficavam andando , dando voltas, como se dizia, pelas ruas do
      bairro, havia inúmeros bailinhos nas casas, nunca fui numa festinha, que terminasse em briga, bem
      depende onde você frequentava. Quanto aos Medina, concordo plenamente contigo, são gente muito
      boa mesmo.
      Será que você por ter pavio curto e ser brigão, não provocava encrencas?
      Aí, eu garanto , a moçada daqui , nunca teve nada de parecido com a madre Teresa de Calcutá.
      Senhor Marcus, nada é perfeito, vasculhe as suas memórias, o senhor deve ter tido boas e alegres
      passagens por aqui, uma namoradinha, um golaço que fez, seja mais otimista e tenha certeza o Pari
      continua sendo bom, o pessoal daqui é bacana.
      Um abraço e parabens por ter nascido aqui no bairro doce de Sampa!

      Gostar

    • Meu caro Marcus,
      Esse Pari do qual você fala não é absolutamente o Pari no que eu vivi, amei e amo até hoje, meio caidinho, pois afinal tudo mundo o tempo todo no mundo, como uma onda no mar!
      Guardo no coração e na memória os melhores anos da minha vida de um Pari cheio de jovens bacanas, grandes amigos, escuderias, times de futebol dos meninos, bandas de rock que ali nasceram.Casas com varanda e que à tarde cheiravam uma mistura de café com biscoitos Tostines, doces Bela Vista e uma imensa variedade de perfumes de flores que vinham dos jardins das casas, na primavera.Quase todas com rosas plantadas de todas as cores.
      Deu pra sentir o que era o MEU PARI na época e o MEU PARI que sobrevive até hoje na minha memória e no meu coração?
      Desculpe amigo, mas eu sinto que falamos de bairros diferentes. Mantenho contato com amigos de lá até hoje, que comungam em gênero e grau com as minhas idéias sobre o nosso bairro.
      Existe ainda um Blog no ar chamado PARi, DOCES RECORDAÇÕES criado por um saudoso pariense chamado Zézinho Soares, o Zé do Cartório que com a sua partida para o andar de cima, se esvaziou mas, serviu para nos unir novamente em maravilhosos encontros para matar a saudade. E olha que já teve gente que mora hoje no exterior (Espanha, Portugal e EUA) que voltou a se comunicar conosco.
      E todos, meu caro, todos mesmo amam o Pari até hoje!!!E não esqueça: em breve a nossa igreja Santo Antonio estará comemorando 100 anos.
      Isso é patrimônio de São Paulo e do Brasil !!!
      Maria Helena de Abreu

      Gostar

    • Marcus meu sobrinho teve aula com essa Professora Nely que tinha uns olhos assaltados bem como se tivesse assustada e muito brava ele também tinha muito medo dela entendo seus traumas pois aquele colégio muitas vezes colocavam professores com uma visão tipo mão na palmatoria kkkkkkkkk e muitos castigos ainda bem que os tempos mudaram acho que agora essas professoras estão aposentadas kkkkkkkkk

      Gostar

    • Bom Dia, morei no Pari na década de 50 e 60 e também estudei neste colégio. Permita-me dizer que este colégio ao contrário do que se fala era considerado um excelente colégio e por sua vez eu estudei lá até o 4o ano primário.

      Portanto, reprimo todos os comentários acima descritos e teço meus elogios ao Colégio Santo Antonio do Pari.

      Abs

      Gostar

  2. Que legal encontrar esse site ,sou Carmem nasci no Pari em 1965 e nunca sai desse bairro , aqui é, e sempre será o melhor lugar do mundo . desde os amigos, os vizinhos, as lojas, o tim tom ,rei das esfihas ,a igreja Santo Antonio do Pari e tantas coisas boas que já aconteceram em minha vida no decorrer de 44 anos . Sou muito feliz aqui .
    Abraços a todos que nasceram aqui ou que passaram a morar aqui em nosso bairro .

    Gostar

  3. Velho Pari,que saudades, da minha infância eu era feliz e sabia,quem não se lembra do Sr. que passava pela R.Rio bonito,tocando um rebanho de cabras e ovelhas vendendo leite,para que quisesse,não se lembra também, do Pessoal do Dragão,Montreal,Estrela Luzitano ,Flôr do Pari,Portuguesinha e Serra Morena,times aos quais sempre ia ver os jogos,que beleza tempos bons que não voltam mais porém sempre estarão vivos em minha memória.Época tambem em que me lembro do meu nono sentado na janela do porão da sua casa pitando o seu velho cachimbo e era conhecido por todo o pessoal do bairro,assim como minha nona Tereza, e meus queridos tios e tias.Que saudades do tempos em que as vezes à tarde eu ajudava junto com minha mãe a minha nona fazer linguiça.Coisas pequenas que marcam na nossa retina a pureza da nossa infância,um abraço pessoal do Camilinho

    Gostar

  4. nasci no pari estudei no orestes guimarães, fui batizado no santo antonio fiz a catequese tambem e por fim me casei no santo antonio do pari, hoje moro na agua fria faz 5 anos, mas trabalho no bras e não saio do pari, vou ao bar do jo, rei das esfihas, ao vigor onde jogo no flamengo do pari pode acreditar ainda existe e todos os sabados estamos lá parabens pelo blog abraços

    Gostar

  5. Ola pessoal, eu morei muitos anos no pari , na rua Henrique Dias ,145 apto.11 1 and. estudei no Paulista com o sr Lino , grande figura , seu filho Claudio otima pessoa , uma epoca estudei no Liceu , com o sr Argemiro , trabalhei no corpo cenico que se apresentava no Centro Social dos cabos e sargentos , que se chamava LUMENA , que era dirigido por Pasquale , tambem fazia parte o Andre Tarricone (Dede) Carlos Moreira Sampaio ,Terezinha Melo, Jarcio Jaldim, ,Maria Helena Moreira Sampaio e o Dr. Carlos Advogado que morava na Vautier ao lado do Grupo escolar Orestes Guimarães.Gladismeire Queirolo ffilha do palhaço Torrersmo com o qual trabalhei na Tv.Cultura e na Tv. Exerlcior canal 9 , e mutos outros que não me recordo , frequentava a esquina do cine Rialto onde havia o Bar Bambolina que era de propriedade do pai do ja falecido Evaldo graande e enesquecivel amigo casado com a Maria Augusta, outra hora falo mais a respeito da nossa turma , um abraço a todos.

    Gostar

    • Olá Celso, muito obrigado por ter acessado o nosso blog. Eu conheci o Grupo Lumena, se não me engano ainda existe, mais voltado para encenações católicas.
      Obrigado e continue a colaborar com comentários, fotos antigas, etc. Jayme

      Gostar

  6. Pingback: Os números de 2010 « Histórias do Pari

  7. Eu concordo em gênero, número e grau com o Marcus. Elogios todos gostam, mas a vida não é somente de elogios; a vida não é como queremos, ou como achamos. Eu sou um verdadeiro pariense, porque eu nasci em casa. Isso mesmo, em casa, na Rua Coronel de Moraes. Não tenho orgulho nenhum disto, foi um acaso ou descaso de um destino ingrato. Vamos olhar para frente, cada dia se inicia quando acordamos pela manhã, com novas esperanãs e novos desafios neste mundo tão globalizado.

    Prezado Jayme, aproveitando a liberdade democrática que o Sr. nos oferece, cabe aqui salientar que esta “professorinha” Dona Nely, além de péssima educadora, tinha uma atitude duvidosa e nada recomendada. Os escândalos de religiosos que hoje preenchem, largamente, as manchetes de jornais, nada diferem aos daquela época. A diferença está centrada na não divulgação para não comprometer a imagem “beatificada” de alguns.Falo de um frei que ainda atua na Igreja Santo Antônio. cabe aqui lembrar que, quado fui à missa de 7º dia de uma irmã de um amigigo de infância, tive a coragem de dizer ao frei se ele ainda lembrava da D. Nely. Ele, simplesmente, de as costas e sequer respondeu. Pergunto: Por que tal atitude???? O normal seria ele responder com toda a sua pureza sacerdotal.

    O diabo é esperto não por ser diabo, mas por ser velho.

    Desculpe este desabafo, mas isso é democracia!!!!!!!!!

    Toninho Malvadeza

    Gostar

  8. Faleceu em 27/03/11, minha mãe , a Dª Ziza, professora do Orestes Guimarães, por muitos anos e moradora da Av. Vautier, de 1961 a 2004.
    Teve muitos alunos. Odiada por alguns, amada por outros.
    Entre esses alunos, o seu irmão!
    Acredite, ela falava do carinho que sentia por sua mãe , seu pai, e seu irmão. Como ela disse ainda em 2010: ” um bom menino” .
    Deixou filhos, genro, nora, netos e uma bisneta em gestação.
    Morreu aos 82 anos com a mesma dignidade que manteve durante toda a sua vida!
    Abraços.

    Gostar

    • Péssima notícia essa do falecimento de sua mãe. No seio da minha família esse nome sempre foi um ícone. Um nome reverenciado , minha mãe vai ficar chateada , o meu irmão , Jairo ( mora em Campinas ) nem se fala. Sempre fala com grande carinho , por essa professora, essa orientadora, que em muito colaborou com a formação intelectual dele.
      Sua mãe, tenha certeza e outros mestres que a sucederam na vida do Jairo, foram grandes guias na sua formação intelectual e profissional.
      Hoje, médico e médico perito do INSS e prestando serviços médicos para empresas da Grande Campinas, tenho certeza deve e muito à querida Dona Ziza, um baluarte na Educação no Pari.
      Acolhida ao lado do Pai, para ela nossas orações e se você permitir é claro, farei uma citação no meu blog, um abraço sincero e meus sentimentos,
      Jayme Antonio Ramos

      Gostar

    • A Dona Ziza era a Prof. Giabigilia de Souza? Se for foi minha professora no Orestes Guimaraes em 1968. Pois em 1965 foi a Prof. Nancy e 1966 e 1967 foi a professora Adalgiza. Gostaria de ver fotos desta epoca. Grata pelas lembrancas

      Gostar

  9. Jaime querido, obrigada por suas palavras, elas me confortam muito!
    Sinta-se à vontade para a citação!
    Sigo o seu blog e sei do seu carinho pelo Pari e pelos parienses.
    Abraços a todos!

    Gostar

    • Sueli , já avisei o Jairo e a minha mãe e eles lhe mandaram abraços e votos de
      força num momento como esse. O Jairo , diz que passou como um filme na ca-
      beça dele, lembrando os bons tempos da inesquecível dona Ziza. Abraço,
      Jayme.

      Gostar

  10. Bom Dia
    Peeeeesssssooooooaaaaaallll
    Ao ler estes comentários que saudades.
    Nasci na Rua Rio Bonito na frente da CIPAL (fabrica de doces)
    Estudei no Orestes Guimarães (estudei com a Dona Nice que não gostava de meninas)
    Estudei no Colegio Santo Antonio com uma Professora maravilhosa Dona Sybil .
    Fui batizada na Igreja Santo Antonio fui crismada e fiz a primeira comunhão lá também.
    Não casei lá porque até hoje não casei . Mas como tenho apenas 57 anos ainda pode ser que isso ocorra. Ha,ha,ha
    Mas hoje quando passo por lá tenho muita tristeza , de lebrar dos meus familiares que já se foram e dos grandes amigos que tinhamos ( porque naquele tempo amigo era amigo mesmo)
    Hoje uns são os outros fazem de conta que são. Bem não adianta temos que encerrar os ciclos como diz Fernando Pessoa. Para mim isso é muito dificil.
    Beeeeijjjjoooos mil no coração de todos os PARIENSES.

    Gostar

  11. Olá!
    Quando ouço falar no Pari, fico cheia de saudade, daquele tempinho em que a s ruas eram basicamente residenciais. Nasci na Rua Oriente, morei minha infância e juventude no Brás e quase todas as minhas colegas residiam no bairro. Estudei no Liceu Acadêmico e fiz a Primeira Comunhão na Igreja Santo Antonio do Pari. Tive um casal de filhos, hoje com 24 e 17 anos o primeiro estudou no colégio Santo Antonio do Pari e a menina nos Colégios -Santa Terezinha e Saint Clair. Adoro este bairro, mas, fico triste em ver no que ele vem se transformando com o aval da Prefeitura. Qualquer casa que vai ao chão, vira loja,. mais uns cinco anos e não restará nenhuma residência para contar história. E o que será desse bairro? Movimento de pessoas quem não são do bairro e estão só de passagem durante o dia, muita sujeira e à noite um bairro fantasma. Eu passo todos os dias no bairro e o trânsito é um caos. Gostaria muito que o quadro se revertesse e em vez de lojas costruíssem moradias e fizessem o tempo voltar. Que esperança!!!! O Pari era tão tradicional e há muitos anos foi esquecido pelos vários Prefeitos desta cidade. A Praça Padre Bento, tão bonita, hoje é um lugar de malandros e depósito de lixo.
    Mas não existe também por parte dos poucos moradores do bairro nenhum interesse em revitalizá- lo. Os comerciantes que lá estão, só pensam em encher os bolsos de grana e não fazem nada pelo bairro. Mas,Pari é Pari e sempre será lembrado por todos que viveram lá e que com certeza tem muita história pra contar do “Bairro Doce”, judeus, italianos, espanhóis,portuguese, árabes, cada uma dessas culturas, deram sua contribuição para contar a história desse bairro tão querido. Se não podemos salvar o bairro,pelo menos vamos lembrar do que ele já foi,pois tenho certeza de que muitas pessoas que trabalham ou moram no bairro , nem imaginam que lá já foi um lugar gostoso de se morar, um lugar de gente famosa.
    Viva o Pari!
    Ilda

    Gostar

    • Ilda, porisso que estou aqui com este blog. Existe um trecho do bairro que está em processo de tombamento, ou seja não pode se construir nada .
      Nesse trecho que vai da Rio Bonito até a Padre Vieira, não se pode construir nada , nem residencias , nem comércio. Nesse trecho poderiam ser construídas
      várias residencias , mas a prefeitura só tem atrapalhado colocando em processo de tombamento.

      Gostar

  12. Nasci na Maternidade do Hospital Matarazzo e vivi no Pari os primeiros e mais importantes anos da minha vida na Rua Coronel Morais 267.Estudei no Colégio Santo Antonio do Pari e na escola da Igreja Santa Rita onde fiz a Primeira comunhão …passei tardes maravilhosas na biblioteca municipal (?) brinquei muito no campinho da Vigor…fiz a 5 série na E.E. Frei Paulo Luig…e repeti de ano…era péssima em matemática…cresci…sou professora de história da rede estadual de ensino…amo minha vida e o que sou hoje devo em parte a tudo que vivi no Pari…Aprendi o que é diversidade cultural vivendo entre judeus e espanhóis,portugueses e italianos sendo membro da família Cury(Pedro e Zoraide)…enfim esse bairro tem um lugar especial no meu coração…

    Gostar

    • SYlvia, com muito prazer recebemos a sua visita. Como você é uma Professora de História a alegria é redobrada, pois poderá colaborar
      em muito para o sucesso cada vez maior do nosso blog.
      Visite-nos sempre , se possível com comentários bonitos como esse de hoje e com sugestões.
      Obrigado e Saudações Parienses,
      Jayme Antonio

      Gostar

  13. Jaime…colaborar com o blog será uma maneira de alegrar ainda mais o meu coração …e de todos que viveram momentos significativos de suas vidas no Pari…Obrigada..

    Gostar

  14. Sylvia, esteja à vontade no nosso blog, repito, nosso blog, se tiver fotos , cronicas,
    historias pode mandar, por favor , para o meu endereço eletrônico que é :
    naciwa@gmail.com
    é só por uma questão de ordem, de organizar a sequência de matérias, pois como só postamos uma por dia e graças aos parienses temos muita coisa a ser postada, há
    que se fazer uma ordem de postagens.
    Quanto a comentários, sem problema, coloque no campo específico.
    Muito obrigado , pela atenção e pela colaboração.
    Jayme Antonio Ramos

    Gostar

  15. eu tambem estudei no orestes de 1971 a 1980, me lembro das professoras d. ana, mae do sirineu. d. alice que morava na rua paraiba, d. vanda, sr. paulo da secretaria, d. marinete, e mais um monte de gente, se vc for desta epoca,vamos relembrar…

    Gostar

  16. OLá…ESTUDEI NO ORESTES GUIMARÃES.. EM 1967 3*GRAU A..PROFESSORA LYGIA M. DE ALMEIDA…AH..GOSTARIA DE SABER DA MINHA COLEGA INES QUE SAUDADES…
    THAU…ROSANGELAS.

    Gostar

  17. toninho malvadeza, eu me lembro de vc. vc. morava perto da auto peças irmaos bonadio, era amigo do sergio irmao da rita que morava no mercado municipal , eramos da turma, lembra da valeria que era filha do jornaleiro enfrente a padaria balnearia?

    Liked by 1 person

  18. Olá , eu sou Cristina Rodrigues, nasci no Pari, estudei no Orestes Guimarães e não entendi a revolta do Marcus. Nossa ele ainda é revoltado com a sua infância… cruzes. Adoro o Pari. Hoje com 46 anos, moro na Casa Verde,há 25 anos, mas estou construindo um sobrado no outro lado do Rio, atrás do Quartel em uma daquelas vilas Sá Barbosa. Foi o lugar mais próximo que consegui ter próximo ao Pari.
    Bairro maravilhoso e concordo com o amigo que o bairro esta acabando com tantas lojas, comercio e Shopping de chineses. Tenho saudades da TOSTINES, da praça Santo Antonio do Pari quando havia uma fonte que aos poucos cercaram e por fim acabaram… aprendi a andar de bicicleta no caminho da Portuguesa, ( hoje eu não deixaria minha filha andar sozinha naquele pedaço) , mas naquela época era seguro. Saudades do cine RIALTO, da Casa Índio, da loja de Esportes De Paula, etc
    Minha infância foi feliz, e não admito falarem mal do Pari.

    Gostar

  19. Olá Cristina, vamos continuar a amar o Pari sempre, independentemente de comentários, não existe unanimidade para nada. O Pari está atravessando um período de grandes mudanças, obras que estão remodelando o bairro, prédios comerciais na parte em torno da Rio Bonito, Coronel Moraes, parte do Canindé . Em Compensação na parte mais próxima à Santa Rita, belos prédios residencias estão sendo construídos.
    O Pari é um bairro em constante movimento e dinamismo.
    Saudações Parienses !

    Gostar

  20. Oi, meu nome é Arlete, moro no Pari +ou- 50 anos. Tenho saudades da R.Cap.Mor Passos, que era de terra, quanto eu brinquei nessa rua. Ainda tenho várias amizades que moram no bairro. Tenho saudades do baile do caravele, que era na R.Cachoeira. Gostaria de saber se alguem de voceis, tinha amizade com um moço de nome EGidio,lembro que ele era claro de olhos azuis e fortinho, que saudades. Bjs. a todos.

    Gostar

  21. Meu falecido avô Victório Lorenzetti era imigrante italiano e o baloeiro do bairro do pari e professor entalhador de móveis no Liceu de Artes e Oficios. Meu pai nasceu no pari e estudou no Santo Antonio do Pari, ali se casou e eu nasci na Av.Valtier. Toda familia morava no bairro. Meu padrinho era o Oswaldo Megiollaro que morava na Itaqui esquina com a Paganini e o que tinha carro, um chevrolet 51 amarelo com capota preta. Lembro-me dos finais de ano comendo Pizza na Balneária (ao lado da Igreja). Morei na Padre Vieira num apto ao lado da lenharia e como bom moleque que era botava pedra na linha do bonde. Bons tempos aqueles em que no verão todos se sentavam à porta de casa para prosear. abraços a todos Parienses

    Gostar

    • Olá Álvaro,
      Conheci o sr. Meggiolaro, se não me engano possuía uma fábrica de carrocerias.
      Conheci o sr. Eliseu Testi, que também era Professor Entalhador do Liceu e que mora-
      va na Olarias.
      Eu conhecço esse apartamento ao lado da antiga lenharia, inclusive fica em cima do açougue,
      por sinal está para se alugar. Mande , por favor mais informações sobre o seu “nonno”,
      pois aqui no blog temos uma seção chamada “Parienses Famosos ” e o sr. Victório pelo visto era
      uma pessoa importante no bairro.
      Se quiser mandar uma matéria sobre ele, por favor , mande ao meu e mail :
      naciwa@gmail.com
      Um abraço e Saudações Parienses !

      Gostar

  22. Encontrei aqui cultura!!!!!
    Estive pesquisando na net sobre uma música que o namorado de minha mãe cantou e disse que quando era criança ele ouvia e gostaria de ouvir novamente.
    Fui então pesquisar e encontrei uma enorme dificuldade em obter dados sobre a tal música. Aqui encontrei a letra mas ainda não sei o nome dela.
    Se pude e souber, por favor, publique o nome dela para que eu possa procurar na net! Ela foi escrita por Américo de Campos como descobri aqui. Começa assim: Eram duas horas da manhã, quando em minha porta alguém bateu, fui ver quem era, . . .
    Agradeço.

    Gostar

    • Olá, não sei o nome da música, pois eu lembro bem da música, pois tocava no rádio e o Américo era uma figura muito popular no Pari.
      Infelizmente faleceu muito novo e deixou muitas composições, mas poucas fizeram sucesso.
      Seu enterro foi pago pelo Sílvio Santos, que desde jovem tinha muita amizade com o Américo.
      Saudações Parienses !

      Gostar

  23. Jayme (do 5Jotas), sou do Pari, nasci no Pari e lá vivi por mais de 30 anos. E eu meus (nossos) amiguinhos (Bitão, Sodinha, Paulinho, Miga, Cuca, Culumin, entre outros) gostaríamos de convidá-lo para um almoço (mensal) com a nossa velha turma do Pari.
    Por favor, me passa o seu endereço no EMail para dar + detalhes.
    Forte abraço, LUIZ (bolacha da Cel.Moraes)

    Gostar

    • Oi, Sr.Luiz, meu nome é Arlete Venturi, meu irmão Gilberto Venturi(apelido Giba),lembro dos nomes dos amigos:Miga, Cuca(Marcos), Culumin entre outros, gostaria de comunicar que infelismente, meu adorado irmão faleceu em 28/02/2013, não sei se o Sr.conheceu meu irmão, e tambem não sei se a turma ficou sabendo. Um abraço. Saudades deles.

      Gostar

  24. Grande amigo Jaime , como vai o nosso bom e velho Pari…não estou mais na área , me mudei pra Vila Guilherme à um ano, junto com meus pais, esposa e filha.
    Minha mãe , infelizmente , faleceu no mês de agosto. Fiquei sabendo do assunto do possível fechamento do colégio Santo Antonio. O nosso querido Pari está cada dia perdendo mais sua identidade, engolido pelo crescimento do comércio.
    Mas na nossa memória vai ser sempre o bom e velho Pari !
    Um grande abraço e até mais.

    Gostar

  25. Nossa! Marcus vc deve ter péssimas lembranças do Pari e do Colégio. Não sei em que época vc morou e estudou no Santo Antonio, porém o Pari sempre foi um bairro doce. De uns tempinhos pra cá foi engolido pelo comércio, mas, nos trás só boas lembranças de quando o bairro ainda era residencial. Gente boa, tranquila, com muita história gostosa pra contar. Quanto ao colégio, meu filho estudou do pré ao fundamental e apesar de não ser um ótimo aluno, só tem coisas boas pra relembar da escola. Respeito seu ponto de vista, mas, acredito que quando uma pessoa só consegue enxergar coisas ruins, quando todo resto só vê beleza, o problema está somente nessa pessoa e não exatamente naquilo que ela observa. Pense nisso.

    Gostar

  26. Olá a todos! Em 1967 quando nasci minha família se mudou para o Pari, R Silva Telles 1252 ap05, estudei inicialmente na escolinha da Igreja de Sta Rita e depois na EEPSG Frei Paulo Luig. Nos finais de semana brincava no parquinho da Vigor e lógico, aos domingos pegava a fila do iogurte!
    Tive muitos amigos por lá: André, Marcos, Mauricio e a primeira namoradinha: Silvana. Na época dava para soltar pipa ao lado da Igreja de S Rita… Não existia Shopping: os mantimentos eram comprados em um mercado próximo; tinha um comércio adequado para o local com farmácias, papelaria, padarias e tudo mais. Como minha família não tinha veículo próprio, usávamos a viação Alto do Pari com linha para o Pq D Pedro, tudo muito fácil..
    Para os amigos do blog que quiserem contato, fico à disposição: wilsonpocos@gmail.com abraços!

    Wilson Trindade.

    Gostar

    • Rua Silva Telles “,Padaria e Confeitaria Nova Ofir”,foi propriedade do meu falecido pai e também a primeira casa onde morei em s.Paulo.Fui frequentador assíduo do Canindé,mormente das piscinas e do futebol.Gostava do Estrela e vi aí muitos jogos.Que saudades.

      Gostar

  27. Mas esqueci de fazer um comentário sou uma verdadeira pariense pois nasci no Hospital Monte Sinai na rua do colégio Santo Antonio adora comer doces na Dona Assunta acho que não existe mais essa doceria ou existe?

    Gostar

  28. Nossa quanta Saudades, nasci no pari estudei no Orestes Guimarães lembro muito da D.Rosa,depois estudei no Ginásio estadual do Pari. Dona Quinha com aquele sino na mão só por Deus kkk D.Vivina professora de música, professor Zuno de Inglês,professor Jaime de Matemática quantas Saudades, amo o bairro do pari me casei na igreja Santo Antônio a 32 anos

    Gostar

  29. Olá! Eu não era do Pari, mas estudei no Colégio Estadual do Pari. Morava na Rodrigo de Barros, Luz, mas vivia fazendo feira no Canindé, meus bolos sempre foram feitos pela dona Terezinha, famosa boleira do Pari. Ia buscar biscoitos na fábrica Tostines…..enfim, passei bons tempos no Pari. tive vários amigos(as) lá, que hoje já não tenho mais contato infelizmente. Brinquei muito nas ruas do bairro, ia nas brincadeiras das casas de amigas(os), e nunca vi violência por lá. Lembro da dona Quinha e seu sino, era muito legal, saía correndo e passava por ela que nem um foguete, porque sempre estava atrasada. Realmente a professora de música dona Vivina, era muito especial, lembro tb do prof. Jaime de Matemática……. tempo bom, não volta mais saudades! Passei ótimos momentos no Pari, além de ter me formado lá no ginásio.

    Gostar

  30. Puxa, esse Pari do Marcus não é o mesmo que eu vivia. Também nasci em 1960 na Praça Ilo Otani número 03 (final da Carlos de Campos, em frente a biblioteca Adelfa Figueiredo) e em 1973 mudei para a rua Conselheiro Dantas esquina com a rua Rio Bonito em frente ao bar do Jô que antigamente era o bar só tio Mané, próximo ao Jabuti do seu Eduardo e só seu filho Eduardinho. Vivi a melhor época da minha vida no Pari, grandes amigos, muitas histórias. Pif Paf, Tim Tom, Barba’s, Rialto, Orestes Guimarães (onde estudei), Aparecidinha ( desciamos de carrinho de rolemã), Zaqueu( rei da esfiha), Gordo e bigode ( balneária) e por falar em balneária quem frequentava muito era a filha do então Major Everardo, Paola Oliveira (sim, aquela da rede globo), grupo Sérgio, Vigor ( a gente fingia que jogava bola para ganhar o leite todo domingo), nosso grupo de moto que se reunia na av. Carlos de Campos, nosso grupo de teatro, a rotizzeria Temponi, tinha um dois cinemas que não lembro o nome, um na rua Canindé ( onde hoje está a Campineira) e outro próximo a praça Eduardo Rudge, as festas juninas na rua Canindé e depois na Portuguesa, a galinhada do Bahia, o Tio Zé com sua cabra na av. Bom Jardim onde tomávamos leite na hora, o Tio que arrumava guarda-chuva e que até hoje não entendo o que ele gritava( atetubeiro????), a lojinha de biscoitos quebrados da tostines na rua Carnot, ou as bolachas das irmãs freiras atrás da Igreja Santa Rita, os rachas na Praça Ilo Otani ( quando ainda era praça), a banca de jornal do Delfino, a loja Nova Era ( era tudo caro, mas a gente comprava parcelado no caderninho ), a Lourdes ( professora de piano) , D’ Sunta e tantas outras pessoas e lugares que esqueci mas que muitos irão lembrar. Saudade do Pari, saudade do povo do Pari, o bairro doce de São Paulo.

    Gostar

      • sou Donato Pedro turdo epoca de 1840 a 1965 quando me casei mudei para santana
        conhe mil istorias do meu querido pari. grupo santo antonio club Silvateles.bailes em
        cima das casas pirani cine univerço que abria o teto no calor não sei como me comunicar com voçes tenho 80 anos. estou bem ainda trabalho na minha mecanica
        meu fone 22335105 gostari de entrar em contato para falar maravinhas do pari.
        a todos um abraço 22-11-15 Donato.

        Gostar

  31. EITA , PARI MARAVILHOSO ONDE NASCI E FOI BERÇO DA MINHA INFANCIA E ADOLECENCIA , QUE SAUDADES QUE TRAGO , NASCI RA NUA CARNOT, 579 – FAMILIA FARJADO DO LADO DO RESTAURANTE SANTOS

    Gostar

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s