MAIS HISTÓRIAS DO PARI

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Sempre gostei de ouvir histórias e algumas de contá-las.

Na venda do meu pai ouvi muitas histórias, minha avó Deolinda com sua memória

fabulosa, outras tantas ,minha mãe tantas outras, de meu pai muitas , nas esquinas

da vida vi e ouvi inúmeras., do avô José, histórias e como alguns ainda dizem estórias,

enfim gosto e não é à toa que  criei com o apoio de minha esposa e de minhas filhas

em 2009 este blog.

O interessante é que vários parienses me procuram pessoal, telefonica ou WhatsAppmente, se não existe este termo acabamos de cria-lo, como dizia me procuram

para narrarem acontecimentos que viram , ouviram e ou viram e ouviram.

Claro que à medida do possível , vou postando-os e sempre mudando os nomes dos protagonistas e algumas vezes mudando as situações, pois algumas são por demais conhecidas dos parienses.

O Geroboaldo Ignácio ( como disse nome fictício ) me procurou com histórias que ele viveu nos seus tempos de mutcho loco e hoje narra com muito arrependimento do tempo perdido, pois está livre de vícios há 30 anos, porém sempre vigilante, ou seja como escreveu o Apóstolo São Paulo, este apóstolo original e não genérico, orando e vigiando.

A história que o Geroboaldo, apesar dos seus 65 anos, dispensa o sr. e vamos chama-lo de

Gero, foi de uma festa que não faz inveja às raves de hoje , só que sem a infra estrutura e publicidade das de hoje, porém movidas a muitas drogas lícitas e ilícitas.

Ou seja uma rave de bairro, com música muito barulhenta e com muitos rapazes e moças,

muitos hoje já não estão entre nós, outros, senhores de respeito com suas veneráveis cãs e

colhendo os frutos de uma vida digamos um pouco desregrada, outros não se sabe por que, talvez a um organismo mais resistente ainda continuam a como dizem , dando um tapinha.

Pois bem segundo Gero a festa estava a todo o vapor já era domingo mais ou menos lá pelas 4 da tarde, o início foi sábado lá pelas 10 da manhã, mas o pessoal estava empolgado.

Quase todos colaboraram de uma maneira ou de outra com festa , mas sempre temos os penetras e um deles era Pancrácio Isidoro que foi de bico ,portanto nada levando conforme o combinado . O pessoal não estava engolindo muito a situação , pois falar não adiantava , brigar na mão  não era o objetivo , eis que senão quando Alérico Simplício teve uma idéia colocou no meio do  pires que continha pó, um pouco de sal e deixou

bem à mão do Pancrácio . Não deu outra , Pancrácio entrou de cabeça ou melhor de nariz e olha que o dele era de um tamanho considerável. Passados uns minutos o esperto começou a passar mal e tiveram que leva-lo às pressas ao PS mais próximo naquela tranquila cidade do interior. Levaram deixaram um bilhete com o que acontecia , quer dizer mais ou menos e fugiram , para não se envolverem.

Pancrácio apareceu depois de três dias no Pari, xingando todo mundo e dizendo que não tinha amigos ,etc.etc.etc. e todo mundo morrendo de rir cada vez que o encontravam.

Alguns falaram que era castigo por ser caloteiro e na próxima vez iram colocar outras substancias mais danosas, pronto, estava criado o crack .

 

Jayme Antonio Ramos

 

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